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Dom Antônio Keller, um dos maiores bispos do Brasil, é vítima de calúnias

Um dos maiores bispos da atualidade é atacado por uma “mãe de santo” com calúnias e acusações sem provas. O Clero da diocese assim como muitos fiéis manifestaram seu apoio e total confiança ao bispo.

O bispo de Frederico Westphalen, uma das melhores dioceses do país, Dom Antônio Carlos Rossi Keller, vem sofrendo perseguições de um padre reduzido ao estado laical pelo Papa Francisco e por um homem que virou mãe de santo. A grande mídia está divulgando a falsa narrativa mesmo após a absolvição do bispo na esfera eclesiástica e civil.

Pedimos que o povo católico, de modo especial da Diocese de Frederico Westphalen, se mantenha unido nesses tempos de provação, em oração por nosso Bispo e no empenho de ajudar para que a verdade prevaleça.

Assista o vídeo abaixo e saiba tudo o que está acontecendo e divulgue a verdade dos fatos. Depois continue lendo as notas de esclarecimento e cartas de apoio.

Leia as notas de esclarecimento publicada por Dom Antônio Rossi Keller:

Tendo conhecimento da divulgação de inverídicas notícias vinculadas por algumas pessoas e por alguns órgãos de informação contra a minha honra e minha boa fama, venho a público esclarecer o que se segue.

1) Diante das acusações que foram apresentadas em meu desfavor, junto às instâncias eclesiásticas e civis, após os procedimentos previstos pela legislação eclesiástica e civil, ambas já se pronunciaram a respeito, não acolhendo nenhuma destas acusações contra minha pessoa.

2) Portanto, estas denúncias já obtiveram respostas, todas elas em meu favor.

3) Caso seja necessário, serão tomadas as medidas cabíveis em desfavor daqueles que pretendem semear escândalo contra a pessoa do bispo diocesano, por contrariar interesses escusos e inaceitáveis.

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2a Nota de esclarecimento

Acerca da notícia vinculada por um site e repercutida por diversos meios de comunicação, envolvendo denúncia feita contra a minha pessoa, venho a público para esclarecer e informar o seguinte:

1) Os fatos relatados são absurdamente falsos. O povo da Diocese de Frederico Westphalen me conhece, bem como todas as pessoas de outros lugares pelos quais passei. Durante decênios de atuação jamais tive nenhuma acusação sobre episódio assemelhado, o que revela a absoluta irresponsabilidade e indignidade da imputação;

2) Na esfera canônica já fui absolvido e alguns dos acusadores foram responsabilizados;

3) Na esfera civil todas as imputações foram rejeitadas e os acusadores serão devidamente responsabilizados;

4) Na esfera penal, a acusação foi inteiramente rejeitada pela Justiça, de plano. Por tratar-se de uma realidade em segredo de Justiça, impõe-se que sejam apurados esses vazamentos ilícitos e isto será feito. Há uma clara tentativa de mudar as decisões já tomadas pela Justiça em meu favor. Trata-se de uma estratégia sórdida e desonesta, que combaterei com todas as minhas forças;

5) Em defesa da minha honra, creio na Justiça divina e confio na Justiça dos homens. Tenho certeza de que, a seu tempo, tudo será devidamente esclarecido. E no momento certo, me pronunciarei também com clareza em relação a tudo isto.

6) Agradeço as inúmeras manifestações de solidariedade e de proximidade neste momento que sou obrigado viver. Deus saberá retribuir a cada um o bem que me fazem.

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LEIA A CARTA DE APOIO DO CLERO DA DIOCESE DE FREDERICO WESTPHALEN

Nós, padres diocesanos de Frederico Westphalen, viemos a público expressar apoio ao nosso bispo, Dom Antonio Carlos Rossi Keller. Repudiamos veementemente as acusações direcionadas a ele, como também ao nosso clero.

Alguns padres de nossa diocese, de forma infeliz e por motivos espúrios, levantaram e propagaram essas falsas acusações. Alguns deles reconheceram seu erro e voltaram atrás.

O clero de Frederico Westphalen é firme na defesa da doutrina e da moral católica. Por isso não admitimos que algumas pessoas de má fé e movidas por ódio ideológico destruam a vida de nosso pastor e de nossa igreja diocesana.

Rezamos pela conversão dos detratores, para que se arrependam e reconheçam o mal feito não só a pessoa de nosso bispo, mas de todos os católicos de bem de nossa diocese.

Rezemos por Nosso Bispo e pelo clero da diocese de Frederico Westphalen.

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LEIA A CARTA DE APOIO DOS SEMINARISTAS DA DIOCESE DE FREDERICO WESTPHALEN

Nós, seminaristas das várias etapas da formação da Diocese de Frederico Westphalen, diante das falsas e superficiais acusações levantadas contra nosso Bispo Diocesano, Dom Antonio Carlos Rossi Keller, viemos por esta carta manifestar nosso total apoio e confiança ao nosso bispo diocesano.

Sempre vimos em Dom Antônio a presença de um pai e bom pastor, preocupado com seu rebanho, com a vida de fé e oração de todos nós, seus seminaristas, e de todo o povo da Diocese. Sempre se fazendo presente nos Seminários; mesmo diante da distância que nos separa.
Seu exemplo de coração sacerdotal intensifica e enraíza em nós o amor à Nosso Senhor Jesus Cristo, e a sua Santa Igreja. Amor este, que constantemente aprendemos dele.

Nós, filhos desta amada Diocese, e deste povo de fé, damos testemunho de toda atuação e trabalho de nosso Bispo. Nos unimos às incontáveis vozes e reiteramos nosso incondicional apoio e confiança em Dom Antônio Carlos Rossi Keller, repudiando todas as acusações falsas contra a pessoa do bispo.

Nessa infrutífera tentativa de desestabilizar o trabalho pastoral da Diocese, nos confiamos à intercessão de Maria Santíssima e dos Beatos Manuel e Adílio, pedindo a Deus que nos livre de todo mal.

Seminário Menor Nossa Senhora Medianeira
Seminário Propedêutico Dom Bruno Maldaner
Seminário Maior Beatos Manuel e Adílio

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CONFIRA A ÍNTEGRA DO COMUNICADO DO BISPO, DOM ANTONIO:

DOM ANTONIO CARLOS ROSSI KELLER
PELA GRAÇA DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
BISPO DE FREDERICO WESTPHALEN (RS)

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante das inverídicas notícias vinculadas por algumas pessoas e por alguns órgãos de informação, interessados em semear escândalos, calúnias e difamações contra minha pessoa, venho a público esclarecer o que se segue.
Há cerca de três anos tive conhecimento de que um grupo de sete padres diocesanos e um reduzido grupo de leigos, apresentaram à Nunciatura Apostólica denúncias graves contra a minha pessoa, envolvendo acusações de abuso de menores, mau gerenciamento econômico, incapacidade pastoral e outros itens.

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Da mesma forma, o referido grupo apresentou queixa-crime ao Ministério Público de Porto Alegre, com as mesmas graves acusações. Imediatamente o Ministério Público abriu uma investigação para a averiguação dos fatos.

No âmbito eclesiástico, foi efetuada uma investigação prévia, em que foram ouvidas dezenas de testemunhas. A investigação, sob a responsabilidade da Nunciatura Apostólica, foi encaminhada para a Congregação para a Doutrina da Fé, conforme a legislação canônica em vigor. Como hoje é praxe, frente à enorme pressão social em relação a este tema, foi aberto um Processo canônico Penal por via Administrativa em meu desfavor.

A Congregação para a Doutrina da Fé, como é previsto, indicou um Juiz e dois Assessores canônicos para a instrução do Processo Penal por via Administrativa. Após as audiências, que arrolaram dezenas de pessoas: sacerdotes, seminaristas, leigos, religiosos, com data de 5 de maio de 2019, recebi o Decreto assinado pelo Exmo. e Revmo. Sr. Juiz Eclesiástico, nomeado pela Congregação para a Doutrina da Fé de Roma, a sentença final do Processo, sendo a de absoluta absolvição.

Alguns meses após encerrado o Processo canônico com a minha cabal absolvição, a Congregação para os Bispos de Roma determinou uma “Visita Fraterna” para a averiguação das demais denúncias em meu desfavor, tendo sido nomeado um Visitador e um Notário. O Visitador efetuou uma completa verificação da economia da Diocese, da reputação do bispo diocesano junto às Paróquias e junto aos fiéis da Diocese, bem como se entrevistou com todos os padres da Diocese, incluindo aqueles que apresentaram as denúncias. Segundo fontes seguras que não posso citar, o resultado da Visita, que não é dado ao conhecimento nem do bispo investigado nem de quem apresentou as denúncias, não só não encontrou nenhuma categoria de problema diante das acusações apresentadas, mas constatou a absoluta normalidade da vida diocesana, dando algumas indicações práticas de melhorias para a mesma. Da mesma forma, nada foi constatado de condenável no que se refere à moral e aos costumes do bispo diocesano. Todos sabem que estas visitas, no caso de se encontrar algum problema sério, resultam, entre outras possibilidades, na imediata necessária renúncia e na substituição do bispo investigado.

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Cabe dizer que dos sete sacerdotes envolvidos neste triste episódio, quatro retrataram-se das acusações, afirmando terem sido pressionados em assinar o documento de acusação contra o bispo diocesano. Outros três, com alguns destes leigos que me acusaram, continuam até o presente a tentar conspurcar a vida e o ministério do bispo diocesano, bem como a vida de toda a Diocese, levando estas acusações às redes sociais, buscando dar-lhes visibilidade. Um desses senhores, hoje já não mais sacerdote, há meses tenta também obter indenizações trabalhistas e outros pseudodireitos, na Justiça criminal e cível, todos eles já refutados.

No âmbito civil, a investigação (não há processo até o momento) arrastou-se por mais de 2 anos (onde está a garantia do direito de um investigado ter, em breve tempo, uma definição decisória?), da mesma forma arrolando dezenas de testemunhas sob segredo de Justiça. Contudo, alguns desses caluniadores continuam a usar as redes sociais para espalhar a ideia de que o bispo diocesano é um criminoso, inclusive postando trechos de “documentos” que envolvem a moral do bispo diocesano, evidentemente com conteúdo acusatório. Os documentos que atestam a lisura, a honra e a boa fama do bispo diocesano não são publicados. É importante dizer que a investigação que deveria correr, por determinação judicial sob segredo de Justiça, teve criminosamente este segredo violado em diversas ocasiões, já que estes senhores e senhoras não encontram problema algum em divulgar estas falácias, até mesmo com documentos oficiais do Ministério Público de Porto Alegre, que estão sob sigilo judicial. As mesmas pessoas também ainda espalham entre os incautos notícias de que eu estaria submetido a prisão domiciliar, ao uso de tornozeleira eletrônica e até mesmo já teria sido preso.
Em duas oportunidades o EXMO. e DD. Juiz de Direito da 3ª Vara da Comarca de Frederico Westphalen pronunciou-se rejeitando integralmente a denúncia oferecida pelo Exmo. Sr. Promotor de Justiça contra a minha pessoa.

Posteriormente, dentro desta ação de verdadeira perseguição que tenho sofrido, tive ciência de diversos processos cíveis e criminais que foram abertos contra mim e contra a pessoa do Chanceler da Cúria Diocesana, todos eles com ridículas acusações de perseguições contra estes padres, danos à saúde dos mesmos etc. Com verdadeira ânsia de espalhar estas inverdades, estes senhores apelaram para a imprensa sensacionalista que encetou uma verdadeira “caça às bruxas” no território da Diocese, interpelando inúmeras pessoas com a finalidade de obter novos elementos para poderem acusar o bispo diocesano. É preciso dizer que não conseguiram absolutamente nada contra a minha pessoa.

Apresentam-se como vítimas da prepotência episcopal, mas, na verdade, são lobos e hienas vorazes que sistematicamente buscam destruir a honra e a boa fama do bispo diocesano com inverdades espalhadas aos quatro ventos. É sempre importante perguntar-se o porquê da insistência destes senhores em divulgar aquilo que dizem ser a verdade, deixando de lado a manifestação daquilo que a Justiça, tanto eclesiástica como civil, já decidiu em meu favor. Ou seja, a pretensão destes senhores continua a ser aquela que desde o início têm manifestado como objetivo: a saída do bispo da Diocese. Não lhes interessa a verdade dos fatos. Interessa-lhes impor suas vontades, utilizando-se até mesmo de meios ilícitos para isto acontecer, visto que por meios lícitos nada se comprovou contra minha pessoa.

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Assim sendo, esta Nota de Esclarecimento visa apresentar a realidade de quem há mais de três anos sofre uma perseguição pilotada por elementos que pretendem destruir o meu bom nome e a minha boa fama, movidos por intenções e por razões que envolvem interesses financeiros, ideologias políticas que não aceitam ser confrontadas por uma visão eclesial apartidária e que pretendem atrelar a Igreja Diocesana de Frederico Westphalen a um ideário político e práticas pastorais mescladas com princípios que contradizem a fé católica, envolvem certos princípios viciados da compreensão do que é a vida sacerdotal, na forma como a Igreja a entende e a promove, enfim, envolvem mesmo alguns que vivem e se alimentam de lançar calúnias contra os outros, pois tem histórico longo a respeito disso. Cabe dizer que um destes três padres acusadores já foi demitido do estado clerical por documento proveniente da Congregação para o Clero, por ordem do Santo Padre o Papa Francisco e que a Chancelaria da Diocese possui toda a documentação pertinente das razões deste ato tão grave por parte do Santo Padre para com um sacerdote. Entre os outros dois, um deles há anos está fora da Diocese, vagando aqui e acolá sem dar a menor satisfação ao bispo diocesano de sua vida e de seu ministério e o outro também há anos abandonou o território da Diocese, tendo paradeiro desconhecido. Portanto, este discurso de “perseguição” consiste em uma grande mentira, já que com cada um destes senhores o bispo diocesano sempre teve a maior paciência e compreensão. Da mesma forma, o exercício de meu Ministério é a maior prova contra as afirmações destas pessoas, já que ano após ano, no exercício de minhas funções como bispo da Diocese, estou em constante contato com milhares de pessoas, sejam elas adultas ou jovens, tanto nas milhares de Crismas que realizo pela Diocese inteira, bem como pelo contato constante com os seminaristas das diversas etapas formativas e tantas outras situações exigidas pelas minhas funções e todos sabem muito bem de meu comportamento ilibado no trato com todos. Este discurso sustentado por estes mentirosos, na verdade pretende desviar o foco do verdadeiro problema em questão que é a infidelidade destes senhores para com os compromissos assumidos como sacerdotes católicos, envolvendo a obrigação da obediência ao bispo, o compromisso do celibato eclesiástico e outros.

Assim como confiante em Deus, esperei e recebi a absolvição canônica das acusações que contra mim, foram apresentadas à Igreja, a qual amo, sirvo e continuarei servindo por toda a minha vida, aguardo também com a mesma confiança a total rejeição dessas acusações contra a minha pessoa na Justiça Civil, como tem ocorrido até este momento.

Da mesma forma, tome-se consciência de que, em seu devido tempo, todas as medidas canônicas e civis necessárias serão tomadas, para que se restaure a boa fama pública de quem, nestes anos, tem se mantido calado, em respeito às determinações da Justiça.

Frederico Westphalen, 12 de novembro de 2021.


 

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