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Pe. Gabriel Vila Verde responde o pior argumento do Sínodo sobre padres casados

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Nos últimos dias os olhares dos católicos do mundo todo se voltaram para a Cidade Eterna, onde acontece um evento que pode causar maior impacto no catolicismo dos últimos anos.

Utilizando-se de uma causa legítima, uma ramificação do clero contaminada pela teologia da libertação e o modernismo estão motivados a causar uma revolução na Igreja.

Antes mesmo de começar já era de nosso conhecimento propostas de deixar os cabelos em pé, que foram confirmadas logo nos primeiros dias do Sínodo pela Amazônia, cujo objetivo principal deveria ser solucionar os problemas da evangelização na região amazônica, onde existe um número insuficiente de sacerdotes missionários, além do grande desafio logístico, uma vez que boa parte dos vilarejos só são acessível através de embarcações ou aviões, além da cultura e idiomas diferentes.

As propostas começam pela criação de uma aberração litúrgica, chamado rito católico amazônico, que propõe transformar a liturgia da missa acrescentando itens da cultura indígena que, na prática, significa desfigurar o Santo Sacrifício da Missa como a conhecemos, simplesmente para que eles fiquem mais a vontade.

Também colocaram à mesa, o que talvez seja uma das propostas mais graves e absurdas, o diaconato e sacerdócio feminino, já que as mulheres são predominantes na liderança das comunidades locais. É fato que o número de mulheres que frequentam a igreja já é maior que o de homens, consequentemente acabam ocupando posições de liderança em movimentos, secretarias e paróquias, mas isso não é apenas uma realidade local, pois acontece na maioria das dioceses do mundo.

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Para fazer ainda mais pressão surgiram até algumas freiras feministas exigindo mais reconhecimento por parte da Igreja. Diante desta constatação, será que uma exceção dessas ficaria restrita à região amazônica?

Enfim, em 2016, o Papa Francisco estabeleceu uma comissão para estudar o diaconado das mulheres. Mais tarde, essa comissão produziu um relatório, mas sem chegar a um consenso. Em maio, Francisco disse que a comissão continuaria a estudar o assunto, já que os membros tinham opiniões tão drasticamente divergentes.

De certo modo, as propostas acima citadas causam grave espanto e repulsa da maior parte dos católicos, e talvez por isso sejam as mais improváveis de serem aprovadas.

Por isso mesmo, entre uma aberração e outra, os revolucionários sinodais encontraram um meio termo que talvez tenha maior probabilidade de ser aprovado… o sacerdócio para homens mais velhos casados (viri probati).

Este é um ponto que foi abordado no primeiro dia pelo relator do Sínodo, Cardeal Claudio Hummes, mas que chegou no seu ápice com as palavras de um bispo convidado, Dom Erwin Krautler.

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Dom Erwin, que se alegra por nunca ter batizado um índio, afirmou que a questão dos padres casados já está decidida. Ele explicou ainda que há uma maioria de mais de dois terços que acrescentaria os votos necessários para recomendar a mudança. 

Entretanto, o argumento que ele utilizou para sustentar sua proposta foi, no mínimo, cômico, para não dizer trágico.

Krautler afirmou que o principal motivo para fazer uma mudança tão drástica no modo de vida sacerdotal vivido pela igreja latina, abolindo o celibato (a princípio restrita para aquela região) era porque “os índios não conseguem compreender o celibato”.

Para demonstrar que este argumento não é coerente, para não dizer iracional, um conhecido sacerdote brasileiro respondeu expondo seu ponto de vista.

Veja o comentário do Padre Gabriel Vila Verde feito em suas redes sociais:

Um Bispo disse que os índios não entendem o celibato, por isso a Igreja deve ordenar homens casados. Se a lógica é essa, então…

Muitas tribos da África não entendem o casamento monogâmico. Vamos permitir a poligamia.

Muita gente não entende a castidade. Vamos consentir o sexo livre.

Muita gente não entende a Confissão. Vamos abrir mão do Sacramento.

Muita gente não entende a Eucaristia. Vamos trocar a Missa pela ceia protestante.

Muita gente não entende o Evangelho. Vamos ler agora os livros da Turma da Mônica.

Muita gente não entende Jesus. Vamos procurar um novo Salvador.

Se a lógica é fazer o povo entender, então Jesus fracassou, porque Ele mesmo não foi compreendido e morreu na Cruz.

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