Padre corrige letra de canto da teologia da libertação durante Missa ao vivo

Em um vídeo que tem alcançado grande repercussão nas redes sociais, um sacerdote faz uma correção à letra do canto de entrada da Santa Missa, afirmando que “estamos no reinado de Cristo, não do povo”, conforme afirmava a letra da canção.

O fato ocorreu no último domingo, 5 de julho, em Missa celebrada na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Samambaia (DF), pelo pároco Padre Ulysses Reis de Carvalho, e transmitida ao vivo pela página da Paróquia no Youtube.

Durante a procissão de entrada, o ministério de música entoa a canção “Quando o dia da paz renascer”, composta por Zé Vicente e gravada por Padre Zezinho, SCJ. No trecho cantado, a letra da música afirma: “Quando o dia da paz renascer, quando o sol da esperança brilhar, eu vou cantar; Quando o povo nas ruas sorrir e a roseira de novo florir, eu vou cantar; Quando as cercas caírem no chão, quando as mesas se encherem de pão, eu vou sonhar; Quando os muros que cercam os jardins destruídos então os jasmins vão perfumar; Vai ser tão bonito se ouvir a canção cantada, de novo; No olhar da gente a certeza do irmão; Reinado, do povo”.

Ao final da canção, Pe. Ulysses corrigiu: “Estamos no reinado de Cristo, não do reinado do povo, porque o povo só faz bobagem”.

Em seguida, o sacerdote observou que, “se prestarem atenção nessa música, ela não fala o nome de Jesus, de Cristo, de Deus, nenhuma vez. É o que a gente chama de um hino humanista, não um hino cristão, muito menos católico”.

Assista o trecho:

Essa correção feita pelo pároco teve repercussão nas redes sociais e, no canal do Youtube da Paróquia, Pe. Ulysses ainda explicou: “Aquele canto contém erros de natureza teológica e doutrinal. Expressa uma forma de humanismo sem base cristã, de inspiração marxista e revolucionária”.

“Como responsável por essa paróquia e diante das muitas centenas de pessoas que assistiram a missa ao vivo e online, era meu dever fazer a correção, que não foi dirigida aos cantores, mas à letra e seu conteúdo. A má qualidade das letras e melodias dos cantos pretensamente litúrgicos cantados em nossas igrejas fazem doer a alma”, acrescentou.

Entre os comentários, Alisson F. agradeceu ao sacerdote “por alertar a comunidade sobre a música” e afirmou que “uma das formas de caridade é alertar e corrigir as pessoas do erro, ainda mais com algo tão prejudicial como o marxismo querendo colocar o povo acima de Deus, Cristo que deve reinar, não o povo”.

 

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Por sua vez, Pe. Luciano Carvalho, também da Arquidiocese de Brasília, assinalou que “o pastor agiu de forma cirúrgica e caridosa ao perceber o erro e alertar o povo, não expondo os cantores e sim o canto”. “Não sejamos uma geração que não suporta a correção. O gesto do padre evidência algo importante que precisa ser corrigido”, indicou.

Fonte: ACI Digital