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Padre celebra “missa afro” apesar da proibição da Arquidiocese do Rio

Ao som de batucadas e muitas danças, o Pe. Wanderson Guedes celebrou, no dia da consciência negra, a missa afro na paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Rio de Janeiro. O sacerdote ignorou a proibição da arquidiocese e as leis da Santa Igreja Católica e acabou de realizar uma nova rodada de sacrilégios.

Entre os abusos frequentes neste tipo de missa é possível identificar a entrada de pessoas com vestes e turbantes, característicos de religiões africanas, fazendo danças, portando faixas em louvor a “Zumbi dos Palmares”, procissão de oferendas tipicamente de outras religiões, a ornamentação da igreja e às vezes até mesmo do próprio padre com cores fortes “não litúrgicas” além de músicas que destoam da cultura católica, com tambores e ritmos dançantes.

Assista o vídeo com a denúncia do Centro Dom Bosco:

Outra missa afro aconteceu recentemente no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. A 25ª Romaria das Comunidades Negras reuniu representantes de pastorais afro-brasileiras de várias dioceses do Brasil e, segundo o Santuário de Aparecida, marcou o início das comemorações do mês da Consciência Negra. A missa foi celebrada pelo arcebispo de Feira de Santana (BA) e bispo referencial da pastoral afro-brasileira, dom Zanoni Demettino Castro, e concelebrada pelo arcebispo de Aparecida, entre outros bispos e padres.

Na celebração, foram utilizados elementos da cultura afro-brasileira como o ritmo das músicas, as vestimentas com estampas étnicas, no ofertório, foram levados ao altar cestos com frutas. “Pisotearam a liturgia até não sobrar mais nada… se isso aconteceu em Aparecida acontecerá em qualquer lugar, aliás alguns lugares já acontece”, comentou uma internauta na publicação feita no Instagram do Apostolado Santo Inácio de Loyola, de São Paulo (SP). “Meu Deus o que está acontecendo com a nossa Igreja, nossas tradições foram parar aonde?”, questionou outra.

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Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida, participou de uma Missa “Afro” que colecionou abusos litúrgicos. Sobrou até para Nossa Senhora, chamada de “Soberana Quilombola”.

Assista o vídeo com a denúncia do Centro Dom Bosco:

Em carta de apresentação do motu proprio Traditionis custodes enviada aos bispos em julho deste ano, o papa Francisco lamenta e também reprova “que ‘em muitos lugares não se celebre de modo fiel às prescrições do novo Missal, antes estas são consideradas como autorização ou até mesmo obrigação à criatividade, o que tem levado frequentemente a deformações da Liturgia no limite do suportável’”.

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