Categorias
Palavra do Padre Rodrigo Maria

O que aconteceu com o Padre Rodrigo Maria?

 

O que aconteceu com o Padre Rodrigo Maria e por onde anda e o que tem feito esse sacerdote?

Diversas pessoas nos procuram para perguntar sobre o Pe. Rodrigo Maria: por onde anda, o que tem feito, o que realmente aconteceu, se foi expulso da Igreja ou excomungado como relatam alguns sites ou veículos relataram.

Para esclarecer a quem se interessa pela verdade, com base em documentos e narrando os fatos e tendo escutado o próprio ssacerdote, respondemos aqui algumas importantes perguntas a respeito do tema.

1 – O que aconteceu com o Pe. Rodrigo Maria? Ele foi expulso ou excomungando da Igreja?

Para começar, esclarecemos que o Pe. Rodrigo Maria nunca foi expulso da Igreja, muito menos excomungado ou que tenha cometido qualquer tipo de crime.

Todas essas mentiras e calúnias fizeram parte de uma tática comum adotada pelos revolucionários, que é o assassinato de reputação, dirigido contra todos os que se tornam incômodos aos propósitos daqueles que querem uma revolução dentro e fora da Igreja.

Adiantando a indagação de muitos seguidores, apoiadores e amigos, o padre Rodrigo Maria, mesmo em meio as dificuldades ele segue na luta. Continua seu apostolado virtual e mantém sua vida espiritual com orações e frequentando missa diária. Além disso, segue aprofundando os seus estudos e realizando outros trabalhos.

2 – Por que ele pediu dispensa do exercício do ministério sacerdotal?

Esse pedido de dispensa foi uma orientação de seu advogado canônico, que após fazer excelente defesa, demostrando a falsidade das acusações levianamente apresentadas contra o padre, constatou a obstinação do bispo em seguir tentando prejudicá-lo, o que o fez entender que tudo aquilo era mais uma questão pessoal, um pretexto para silenciar o padre. Por fim havia ficado claro que se tratava de uma questão política e não da busca da verdade.

Enquanto permanecesse debaixo da autoridade daquele bispo (de Ciudad Del Este no Paraguai), seria impossível exercer o ministério e o padre continuaria silenciado, sem poder se manifestar nas redes sociais ou outros meios.

Com a dispensa concedida pela Igreja, o padre ficaria livre, ao menos, para retomar seu apostolado na internet.

3 – As denúncias de abuso (de ex freira) contra ele são verídicas?

Todas as denúncias são falsas.

Não existe contra o padre Rodrigo Maria na justiça do Brasil (ou de qualquer outro país), qualquer tipo de processo ou denuncia a esse respeito. Nem mesmo um simples B.O. jamais foi feito pelo claro motivo de os alegados fatos nunca terem existido.

4 – Se nunca existiu nenhum processo na justiça, porque fizeram esse tipo de acusação contra ele ao bispo do Paraguai?

Quem deve responder a essa pergunta são as pessoas que fizeram tal ato maligno; no entanto podemos dizer que essas falsas acusações acabaram servindo de pretexto para silenciar o padre Rodrigo Maria “até que as coisas fossem esclarecidas…”.

Haviam alguns bispos da ala esquerdista (liberal e progressista) da CNBB que se sentiam incomodados com a atuação e pregação do Pe. Rodrigo Maria, o qual continuamente denunciava a infiltração comunista dentro da Igreja no Brasil e o alinhamento de muitos padres e bispos aos partidos socialistas/comunistas, especialmente o PT.

Alguns bispos da CNBB pediram ao bispo do Pe. Rodrigo Maria no Paraguai, que o silenciasse e assim foi feito.

Mesmo após Roma ter analisado as acusações feitas contra o padre e as ter declarado sem fundamento, o bispo do Paraguai, insatisfeito com a decisão de Roma, continuou silenciando o Pe. Rodrigo Maria e o impedindo de exercer o seu ministério, o que levou o padre a pedir a Roma a dispensa do exercício do ministério.

5 – Uma vez que as acusações feitas contra o padre eram falsas, ele tomou providências jurídicas contra os que o caluniaram na internet e em outros meios de comunicação?

Sim. Várias pessoas que fizeram as falsas acusações ou as difundiram, foram processadas por calúnia, injúria e difamação. Ao todo, foram processadas 10 pessoas em 07 diferentes estados do Brasil.

O objetivo inicial de tais processos era ajudar o bispo do Pe. Rodrigo Maria a compreender que tipo de pessoas estavam tentando prejudicá-lo no âmbito canônico. Mas, a medida em que foi ficando claro que o bispo não se interessava pela verdade dos fatos, mas sim estava determinado silencia-lo a qualquer custo, então este não abriu novos processos.

Talvez seja útil dizer que, embora o padre Rodrigo Maria tenha deixado de se empenhar nos processos que moveu contra os seus caluniadores, alguns ainda continuam correndo na lentíssima justiça brasileira.

Em um desses processos o juiz obrigou a caluniadora (uma ex freira) a fazer retração. Em outros processos foi o padre mesmo deixou de se empenhar por não ter mais tempo, nem recursos, nem interesse em continuar, uma vez que a razão inicial dos processos era principalmente fazer com que o bispo enxergasse a verdade a cerca de seus detratores.

6 – Mesmo não havendo nenhum processo ou denuncia na justiça comum, as pessoas que queriam prejudicar o padre Rodrigo Maria fizeram denúncias no âmbito canônico ao bispo do Paraguai. Que fim tiveram essas denúncias?

Ao ser feito essa denuncia no âmbito canônico, a primeira tentativa do bispo do Paraguai foi junto a Roma, onde tentou incriminar o padre, enviando para o Vaticano denúncias contra o mesmo, sem que esse soubesse a respeito. Mas, essa manobra não teve sucesso, uma vez que Roma respondeu ao bispo que tais acusações não tinham fundamento por carecerem de provas e mesmo de algum processo correspondente na justiça comum.

Inconformado com a decisão de Roma e determinado a silenciar o padre Rodrigo Maria o bispo resolveu abrir um procedimento canônico em sua diocese no Paraguai (Ciudad Del Este).

O Padre Rodrigo Maria contratou para sua defesa um grande canonista, Dom Hugo Cavalcante OSB, doutor no assunto, professor em várias faculdades de Direito Canônico e muito respeitado na Igreja do Brasil pela sua expertise no assunto.

Dom Hugo esteve no Paraguai por duas vezes; estudou seriamente todo o processo e recolheu os testemunhos das pessoas que conviveram com o padre Rodrigo Maria desde o início de seu ministério, até aquele momento em que estava no Paraguai.

Os testemunhos escritos e assinados eram de bispos, sacerdotes, ex irmãos e irmãs de sua antiga comunidade, secretárias paroquiais, cozinheiras de casas paroquiais e leigos que conviveram com o padre, davam conta de uma conduta moralmente ilibada. Nunca tendo sido registrado em qualquer das paróquias que administrou ou auxiliou algum desvio de conduta moral. Ao contrário, são fartos e consistentes os testemunhos de seu zelo e dedicação em prol de seu rebanho nas diferentes paróquias por onde passou.

Dom Hugo Cavalcante fez uma defesa muito bem feita do Padre Rodrigo Maria demostrando de maneira vigorosa que as acusações de abuso eram falsas e não se sustentavam.

Chegando a mesma conclusão que Roma já havia chegado antes, o canonista fez ver que as acusações feitas contra o Pe. Rodrigo Maria não tinham fundamento, mas ainda assim, o bispo do Paraguai (sempre desejoso de satisfazer o desejo de alguns bispos da CNBB), não acolheu a brilhante defesa feita por Dom Hugo Cavalcante e resolveu seguir silenciando e impedindo o sacerdote.

Foi nessa circunstância que Dom Hugo Cavalcante, vendo a má vontade do bispo em relação ao Pe. Rodrigo Maria e a ausência de critérios técnicos para se tomar uma justa decisão (que não poderia ser outra que o encerramento do abusivo processo e o restabelecimento do exercício das ordens sagradas), aconselhou o padre a fazer um “recuo estratégico”, ou seja, a pedir a dispensa do exercício do ministério, para sair debaixo da autoridade daquele bispo e tentar o retorno através de outro bispo, após alguns anos.

Diante de tal ponderação, o Padre Rodrigo Maria, após uma resistência inicial, resolveu fazer o pedido de dispensa seguindo o conselho do experiente canonista que sabia melhor como funcionava as leis canônicas.

O pedido foi feito pelo Pe. Rodrigo Maria no início de novembro de 2018 e a dispensa foi concedida pelo Papa em Janeiro de 2019.

Uma vez que o Pe. Rodrigo Maria fez o pedido de dispensa do exercício do ministério, o processo canônico que estava sendo feito seu prejuízo extinguiu-se automaticamente, conforme explicou, em nota escrita, o especialista no assunto, Dom Hugo Cavalcante.

7- Se o desligamento do Pe. Rodrigo Maria foi a pedido do mesmo, porque alguns veículos de comunicação noticiaram que ele havia sido “demitido”, “expulso da Igreja” ou mesmo “excomungado” pelo Papa como “punição” por abusos e outras falsas acusações?

Para se compreender essa atitude criminosa de alguns veículos de imprensa será preciso compreender a união dos revolucionários de esquerda, de dentro e de fora da Igreja, que tinham todo interesse, não apenas em silenciar, mas em destruir moralmente o padre Rodrigo Maria de forma a mantê-lo desacreditado.

Ao perceber que, ao fazer o pedido e receber a dispensa do exercício do ministério, o padre Rodrigo Maria, estava fazendo um “recuo estratégico”, o bispo e seus colaboradores nessa infâmia, soltaram uma pequena nota pública, cujo entendimento era dúbio, podendo ser entendida como se o desligamento do padre tivesse sido uma iniciativa da Igreja para puni-lo. Ao mesmo tempo o bispo vazou para os inimigos externos, de modo não oficial, a ideia de o padre seria culpado das falsas acusações.

Assim, com a “ajudinha” mais ou menos velada do bispo do Paraguai, alguns veículos de esquerda foram acionados para propagarem essas calúnias, agindo deliberadamente de maneira criminosa, uma vez que bastaria fazer uma pesquisa na justiça para saber que nada pesava sobre o padre, (nem mesmo um B.O.), bem como para saber que NÃO havia nenhum documento da Igreja expulsando, excomungando ou penalizando o padre Rodrigo Maria, mas tão somente o pedido de dispensa feito pelo sacerdote e a concessão da dispensa por parte da Igreja.

Da parte do bispo, a ação infame para destruição da reputação do padre, tinha o objetivo de impedir ou pelo menos dificultar muito, um possível retorno ao exercício do ministério no futuro; e da parte dos revolucionários e comunistas do PT e da esquerda em geral, o objetivo era se vingar por causa do apoio que este havia dado ao então candidato Jair Bolsonaro, assassinando assim sua reputação, para assim, tentar deslegitimar sua luta contra a ideologia da esquerda revolucionária.

Atualmente corre um processo em São Paulo para responsabilização dos meios de comunicação, que de maneira criminalmente dolosa, veicularam as falsas acusações contra o padre Rodrigo Maria.

8 – Como está e do que tem se ocupado o Pe. Rodrigo Maria atualmente? Aliás, uma vez que pediu dispensa do exercício do ministério, ele ainda pode utilizar o título de padre?

Sim, ele, se quiser, pode utilizar o título de padre, porque é padre.

Ele pediu dispensa do exercício do ministério, mas não é possível apagar o sacerdócio da alma daquele que foi ordenando, pois imprime caráter, ou seja, uma marca indelével na alma que não se apaga.

Na verdade NÃO existe ex padre. O que existe são padres que exercem o ministério e os que não exercem, embora conservem o poder sacerdotal.

Atualmente o Pe. Rodrigo Maria continua com sua vida cristã normal, realizando suas orações e participando da missa diária. Faz especialização em filosofia e desenvolve alguns outros trabalhos.

No que se refere ao apostolado, mesmo com alguma limitação por causa do tempo, continua publicando nas redes sociais sobre questões da fé católica e algumas análises sobre a situação da Igreja e da sociedade na atualidade.


Aos que desejarem acompanhar as formações mais recentes do Padre Rodrigo Maria, podem visitar o canal Templário de Maria no Youtube

Leia também:
NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE O PEDIDO DE DEMISSÃO DO ESTADO CLERICAL DO PE. RODRIGO MARIA

ALERTA PARA O TEMPO DE ELEIÇÕES!

Espere, não vá embora ainda! Clique aqui para assistir uma formação essencial para nós católicos neste tempo de eleições: Como um cristão deve votar? Assista e compartilhe este vídeo com seus amigos e familiares: