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Exorcistas advertem sobre os perigos do Halloween!

Não é de hoje que renomados Exorcistas do mundo inteiro tem chamado a atenção para os cuidados que os cristãos precisam ter quando se fala da Festa de Halloween!

Aparentemente nos é mostrado como algo inocente, uma simples festa para o entretenimento; mas o que poucos sabem é o que esta por detrás desta data, e o que os Satanistas comemoram!

Padre Paulo Ricardo, nos traz uma afirmação que nos ajuda a compreender o quão grave é se envolver com a “Festa” de Halloween:

“Como numa paródia, o diabo inventou a comemoração do Dia das Bruxas, que contém uma miséria escondida porque celebra as pessoas condenadas ao inferno. Muitos acham que o inferno não existe porque Deus é Misericórdia, mas é preciso entender que o inferno existe porque o homem é livre, ou seja, nós podemos ou não escolher entrar na felicidade eterna. É importante lembrar que nossa alma ainda está em risco, podemos ser salvos, mas ainda podemos nos perder”

No vídeo abaixo, o Exorcista português, Padre Duarte Lara, nos traz dados e fatos impressionantes sobre a relação do Halloween com o Satanismo! Assista:

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Padre Fortea adverte que o Halloween “gera interesse pelo mundo oculto”

Há alguns anos, o padre José Antonio Fortea, renomado exorcista espanhol, explicou de maneira magistral alguns aspectos fundamentais que tornam perigoso celebrar o Halloween.

Em uma entrevista para o National Catholic Register, Pe. Fortea afirmou que “o problema do Halloween é que pode gerar interesse pelo mundo oculto”. Leia o trecho da entrevista:

“A celebração do Halloween há um século era muito ingênua. Tratava-se de fantasias, doces, algo muito familiar e pequenas comunidades que queriam que as crianças se divertissem de uma forma muito saudável”, explicou Padre Fortea.

“Infelizmente, nos últimos 15 a 20 anos, esta celebração tornou-se cada vez mais esotérica ou orientada ao ocultismo. Os trajes são realmente muito sangrentos. Algo que é repugnante não é bonito para as crianças gostarem. É uma coisa horrível e de muito mau gosto ver crianças assim.”

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Em seguida, ele comentou que há duas posições diante dessa festa. “Uma é lutar contra o Halloween como um todo e não se envolver de forma alguma. A outra posição aceita fantasias, acha bom para uma criança se vestir como um príncipe, astronauta ou Shrek, mas nada obscuro ou demoníaco. Acho que talvez a segunda posição seja mais fácil, principalmente aqui na Espanha”, comentou o padre.

Mas existe perigo na celebração? Para o padre Fortea, “o problema do Halloween é que pode gerar interesse no mundo oculto, bruxas e coisas assim”.

“O problema é se crianças ou adolescentes estão muito interessados ​​em tabuleiros Ouija, feitiços ou coisas assim. Nesse momento, quando você invoca esses seres, eles podem se aproximar de você e estar perto de você.

Não é tão fácil ser possuído. Algumas pessoas pensam que se você chamar um demônio, você pode ser possuído naquele segundo. Isso é raro. O mais comum é sentir uma presença naquele momento com as pessoas ao redor da mesa, e às vezes essa presença é em torno de uma pessoa do grupo por uma ou duas semanas, mas nada mais. Felizmente, porque Deus protege, ser possuído não é tão fácil”, conclui o sacerdote.

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Halloween: O problema não está nas fantasias ou doces, esclarece sacerdote

Padre Vincent Lampert, exorcista e pároco na Arquidiocese de Indianapolis, nos Estados Unidos, afirmou em diálogo com a CNA  – que os sacerdotes devem recordar as origens cristãs do Halloween e fazer uma celebração consistente na Véspera de Todos os Santos “em vez de glorificar o mal”.

“Em última instância, não acredito que há nada de ruim que as crianças se fantasiem, vistam-se de vaqueiro ou de Cinderela, pedindo doces nos seus bairros. É uma diversão saudável”, disse padre Lampert.

O sacerdote afirmouque o perigo está nas fantasias que glorificam o mal deliberadamente e infundem o medo, ou quando as pessoas pretendem “ter poderes especiais” através da magia e da bruxaria, mesmo por um simples entretenimento.

“No capítulo 18 do livro do Deuteronômio, mencionam sobre não tentar consultar os espíritos dos mortos, nem os espíritos que praticam magia, bruxaria ou atividades relacionadas a elas. Isso seria uma violação de um mandamento da Igreja, ao colocar outras coisas antes da relação com Deus”.

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“E esse seria o perigo do Halloween, que de alguma maneira Deus se perde em tudo isso, que a conotação religiosa se perca e, finalmente, as pessoas glorifiquem o mal”, disse.

Também disse que é importante recordar que o diabo e os espíritos malignos não têm nenhuma autoridade adicional no Halloween, embora pareça.

“O diabo age através do que as pessoas fazem, não porque ele em si mesmo faça algo. Talvez, pela maneira de celebrar esse dia, isso na verdade é o que convida o mal a entrar em nossas vidas”, disse.

Finalmente, padre Lampert afirmouque uma das melhores coisas que os sacerdotes podem fazer é usar o Halloween como um momento de aprendizagem e explicar às crianças “por que certas práticas não são favoráveis à nossa fé e identidade católica”.

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Por outro lado, Anne Auger, uma mãe católica de três filhos, natural do estado de Wisconsin (Estados Unidos), disse à CNA que embora deixasse os seus filhos vestir fantasias e pedir doces, ela sempre verifica as casas por onde eles passarão, deste modo, evita que passem pelas casas que estão enfeitadas “com coisas assustadoras”.

“No ano passado, uma pessoa bateu na porta da minha casa vestida de lobo demoníaco. Às vezes, as pessoas se vestem de bruxas e posso entender isso, mas isso foi um nível totalmente novo, tão diferente de quando nós éramos pequenos”.

Também afirmou que os pais devem ensinar aos seus filhos o significado do Halloween, sempre em relação ao Dia de Todos os Santos.

“Nós falamos com eles que estamos tendo uma festa porque celebramos os santos que estão no céu, e por isso pedimos doces”, declarou.

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Kate Lesnefsky, outra mãe católica, com filhos de 3 a 16 anos, também permite que eles escolham as suas fantasias para pedir doces, desde que não sejam assustadoras ou tenham uma aparência demoníaca.

No dia seguinte, leva os seus filhos à Missa de Todos os Santos e a família aproveita esta oportunidade para falar sobre o que significa a morte e a santidade.

“Eu tenho uma irmã que morreu aos 19 anos. Então, falamos de diferentes pessoas que sabemos que estão no céu, dos meus avós ou dos diferentes santos”, disse Lesnefsky.

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