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Alerta: “Católicas pelo Direito de Decidir” não são Católicas!

 

A organização internacional “Católicas pelo Direito de Decidir”, que se utiliza indevidamente do nome “católicas” para promover o aborto e o feminismo radical, teve sua sede no Brasil fundada em 1993, na cidade de São Paulo. Desde então, sempre esteve diretamente relacionada a toda militância mais anticristã, revolucionária e esquerdista do País.

Fingindo desconhecer a condenação milenar da Santa Igreja à horrenda prática do assassinato intrauterino, este grupo, que nada mais é do que uma forma especialmente tosca de infiltração do movimento abortista internacional na Igreja Católica, defende a mutabilidade do dogma e a adequação do morticínio de crianças no ventre de suas mães à Sã Doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Evidentemente, seu real interesse é servir de instrumento vil às grandes fundações internacionais na promoção do controle populacional e comportamental que promete, através da cultura da morte, destruir a instituição familiar e matar milhões de crianças inocentes no mundo inteiro.

ONG Pró-Aborto – “Católicas pelo Direito de Decidir”

O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos no Brasil, aponta que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as “católicas pelo direito de decidir” é uma organização que não representa os católicos, e por isso nem deveriam se chamar “católicas”. 

A organização financia suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford.

Nos Estados Unidos os bispos norte-americanos rejeitaram publicamente o movimento e novamente os desautorizaram.

A CNBB também já se manifestou através de uma nota oficial acerca das Católicas pelo Direito de Decidir, esclarecendo que não são uma organização católica, e não podem falar pela Igreja Católica conclamando os católicos a se unirem em defesa da vida, e contra a cultura da morte.

Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir

Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas.

Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.

A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los.

“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.

Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais.

Brasília, 03 de março de 2008