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Urgente: Padres convocam fiéis a ajudar no combate ao aborto na Argentina

 

Nossos irmãos argentinos estão correndo grande risco de que o aborto seja aprovado em seu país e precisam de nossa ajuda. Assista os breves vídeos do Padre José Eduardo e Padre Paulo Ricardo alertando os fiéis e pedindo a urgente ajuda.

Esta é uma mensagem do Padre Paulo Ricardo aos senadores da Argentina, a fim de que o aborto não seja aprovado neste país.

Você também pode gravar o seu vídeo e ajudar nossos vizinhos! O movimento pró-vida argentino criou um site para que cada um de nós envie sua própria manifestação ao Senado. Clique aqui para colaborar!

Faça sua parte, mas faça logo! A votação decisiva para o futuro da Argentina e toda a América Latina é neste dia 29 de dezembro.

Assista o vídeo:

AVISO: Devido ao grande número de acessos o site 24hsporlavida.com pode ficar fora do ar temporariamente. Uma nova infraestrutura está sendo implementada . Enquanto isso você pode enviar o seu vídeo através do número de WhatsApp do movimento pró-vida argentino: +54 9 11 3376-7916 ou clique no link a seguir para abrir o WhatsApp → https://bit.ly/38GhI5b

O QUE PODE ACONTECER A PARTIR DO DIA 29?

Dia 29 está para acontecer uma tragédia a nível mundial que, em termos de genocídio, custará muitas mais vidas que as duas guerras mundiais juntas. Não poderemos cruzar as mãos por estarmos na época do Natal. Em vez disso, justamente por causa do Natal, faríamos bem em dar um presente especial do milênio ao Verbo Encarnado, que se fez homem porque nos amou.

Além do genocídio computado em número de vidas, o projeto enviado pelo presidente da Argentina ao Congresso é o primeiro que une o aborto com a política de gênero.

Eliminada a barreira da defesa da vida, elimina-se também o pudor, agora não mais o pudor da nudez, como no pecado original, mas elimina-se o pudor de matar, e com isto estará aberto o caminho da desconstrução da identidade humana que tudo indica que se iniciará através da desconstrução da sua identidade sexual.

O projeto argentino prevê que a partir dos 13 anos de idade o aborto possa ser realizado sem o consentimento, e inclusive sem o conhecimento dos pais. Até se a gravidez for resultado de abusos sexuais repetitivos, nem assim os pais poderão ser notificados.

Pelo que diz o projeto, mesmo que o médico que seja um profissional favorável ao aborto, mas neste caso seja contrário ao abuso sexual de menores, incorrerá em penas de até 1 ano de prisão e até 2 anos de perda de habilitação profissional se der ciência aos pais sem o consentimento da menor.

Da impossibilidade de notificar os pais, decorre que também a impossibilidade de notificar as autoridades da segurança pública, porque isto redundaria no conhecimento dos pais.

Ademais, os pacientes que pedem o aborto, incluindo neste caso as menores de idade, ao abortar deverão ser atendidas, segundo o projeto, dentro de uma perspectiva de gênero. O treinamento de médicos e professores para oferecer os serviços de aborto em perspectiva de gênero é uma exigência legal do projeto, que deverá ser cumprido em todo o país nos níveis nacional, provincial e municipal.

A aprovação do aborto na Argentina desencadeará, possivelmente com o apoio de governo norte americano de Joe Biden, a aprovação do aborto em toda a América Latina e no Brasil. Com isto será removido o último reduto da defesa da vida a nível mundial, e estará definitivamente encerrado este capítulo da Cultura da Morte. Passaremos ao capítulo seguinte, que já desponta no horizonte como o da desconstrução da identidade humana.

Isto significa que não apenas a vida por nascer será um “fenômeno”. Todos nós deixaremos gradualmente de ser pessoas para nos converter em “fenômenos”.

Poucos sabem e pouco foi advertido que a palavra “fenômeno” é um dos conceitos básicos da filosofia de Kant e de sua obra principal, a Crítica da Razão Pura. Kant quis em sua Crítica mostrar que o que nós vemos no mundo não são realidades, mas o que ele chamou de “fenômeno”. Segundo Kant, nós não temos ideia do que são as coisas no mundo exterior à nossa consciência. O que pensamos que uma coisa seja, não é a realidade da coisa, mas apenas o seu “fenômeno”.

O mundo, tal como o vemos à nossa volta, não é real, mas é apenas o “fenômeno” de uma realidade que jamais poderemos conhecer. Das coisas, que supomos existir, mas não podemos provar que existam, somente conhecemos a sua aparência “fenomênica”.

Este modo de pensar, que já é uma ideologia e que, apesar de ser respeitado pelo mundo que como como uma doutrina filosófica séria, é a base de todas as ideologias modernas. Depois da Revolução Francesa, dela derivou a filosofia de Hegel. Da filosofia de Hegel derivou, no século XIX, o Marxismo do Marxismo derivou, no princípio do século XX, a Filosofia Crítica da Escola de Frankfurt.

Da Filosofia Crítica de Frankfurt derivou, nos anos 70, a Teologia da Libertação de Gustavo Gutierrez, com razão chamada tecnicamente por ele de “Teologia Crítica”. Da Filosofia Crítica também derivou também, nos anos 70, o desconstrucionismo francês, que evoluiu nos anos 80 para o pós-estruturalismo.

E o pós estruturalismo é o pressuposto teórico da Ideologia de Gênero dos anos 90. No fundo, a Ideologia de Gênero é apenas um caso particular aplicado à sexualidade humana da teoria mais geral que é o pós estruturalismo, o qual mais adiante, talvez em uma nova forma ainda mais radical, poderá ser aplicado não apenas à identidade sexual, mas à identidade humana em geral.

Tudo isto, sem dúvida, é apenas a base material destas formas de pensar. Diante da quantidade gigantesca de contradições tanto internas como para com a realidade, o sucesso destas filosofias no mundo moderno não pode ser explicado se não houvesse causas econômicas e políticas que representam outros interesses, não filosóficos, para promovê-las e, com isto, manipular as massas.

Por isto talvez não tenha sido por acaso, nem por burrice, que o Ministro da Saúde argentino declarou ao Congresso Nacional que a vida por nascer não é uma pessoa nem uma vida, mas apenas um “fenômeno”. Ele estaria anunciando, talvez conscientemente, talvez inconscientemente, o que se pretende trazer ao mundo depois da aprovação do projeto que estão promovendo.

Tudo isto é muito grave. Creio que podemos percebê-lo.

Não vamos deixar que o maligno inimigo da humanidade escreva o final deste capítulo e que já comece a redigir o próximo.

Gravem um vídeo para os Senadores argentinos e peçam a milhares, – a milhares-, de pessoas que façam o mesmo.