25º Domingo do Tempo Comum, Ano A- 20/09/26
No Evangelho deste domingo, Jesus conta a parábola do patrão que contratou vários trabalhadores em diferentes momentos do dia, pagando a todos com a mesma quantia, ainda que uns tenham trabalhado menos que outros.
Com essa parábola, Nosso Senhor quer nos advertir contra dois erros muito comuns: a presunção de adiar nossa conversão para o fim da vida, rejeitando o chamado que Deus faz em nosso “hoje”; e contra a inveja da graça fraterna, pela qual nos entristecemos ao ver o bem do próximo.
Ouça a homilia dominical do Padre Paulo Ricardo e perceba como precisamos nutrir um verdadeiro arrependimento de nossos pecados.
Padre dos Arautos do Evangelho
Padre Overland
Santo do Dia: Santo André Kim Taegon e seus companheiros mártires
Evangelho (Mt 20,1-16a)
– Aleluia, Aleluia, Aleluia.
– Vinde abrir o nosso coração, Senhor; ó Senhor, abri o nosso coração, e, então, do vosso filho a palavra, poderemos acolher com muito amor!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
– Glória a vós, Senhor.
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Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: 1 “O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2 Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. 3 Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4 e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. 5 E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. 6 Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7 Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. 8 Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’ 9 Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10 Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 11 Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12 ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’. 13 Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14 Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15 Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ 16a Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
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