Enquanto o mundo assiste à escalada da ofensiva dos EUA e Israel contra o regime iraniano, que tem o potencial de se alastrar e envolver outras nações, dentro da Igreja a guerra interna vai ganhando contornos cada vez mais sérios, provocando a manifestação de importantes prelados e chamando a atenção do público católico.
Enquanto o povo iraniano luta e sangra para se libertar de uma ditadura islâmica brutal, boa parte dos católicos se vê perdida diante da possibilidade de excomunhão e cisma enfrentada pelos fiéis e sacerdotes da FSSPX (Fraternidade Sacerdotal São Pio X).
Apesar da ajuda externa, especialmente dos EUA, cabe ao próprio povo iraniano consolidar a mudança de regime. No caso dos católicos, só com muita oração e especial auxílio da graça de Deus se poderá evitar mais uma divisão, que excluiria (ao menos formalmente) mais de 700 sacerdotes e centenas de milhares de fiéis da unidade da Igreja.
Em um tempo em que tudo é relativizado e onde se prega uma intolerável tolerância, há um grupo de autoridades e figuras eminentes da Igreja que quer sufocar e fazer desaparecer toda manifestação da Tradição Litúrgica, moral e doutrinária católica tão bem representada na Missa Tridentina, excelentemente cultivada e promovida pela FSSPX.
O Papa Leão XIV tem diante de si aquele que poderá ser o maior desafio de todo o seu pontificado, que é a decisão de manter ou não na unidade da Igreja parte importante de seu rebanho, gesto cujas consequências vão muito além do grupo em questão, mas que diz respeito à identidade mesma da Igreja e sua relação com sua doutrina e tradição.
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