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Leonardo Boff ataca cristãos que são contra blasfêmia à Jesus no Carnaval da Mangueira

 

O guru da esquerda no Brasil, e um dos grandes expoentes da Teologia da Libertação, Leonardo Boff, criticou duramente os católicos e conservadores que iniciaram uma campanha contra a ridicularização de Jesus no Carnaval de 2020 pela tradicional escola de Samba Mangueira, do Rio de Janeiro.

Mais de 100 mil cristãos de toda parte do Brasil assinaram este abaixo-assinado contra mais uma ofensa gravíssima a Nosso Senhor Jesus Cristo neste carnaval.

O teólogo Leonardo Boff concedeu entrevista ao Setor 1, da Band comentando o enredo, e toda repercussão, dizendo que compartilha com a Mangueira de 2020 a visão de um Jesus Cristo mais humano – menos o Jesus Glorioso, mais o amigo e defensor dos pobres.

“Essa dimensão de Jesus foi especialmente enfatizada pela Teologia da Libertação, que tem nos oprimidos e nos crucificados na história seu ponto de partida e de ação. Ela quer, como Jesus, libertar toda esta gente. Essa é a mensagem clara do enredo da Mangueira”, declara o teólogo, que critica a reação mais extremista ao trabalho de Vieira: “os ultra-conservadores de hoje representam os que tramaram a liquidação de Jesus”.

“A Mangueira, com seu enredo e sua arte, fez uma pregação melhor do que qualquer uma, de padre, de bispo ou de cardeal”, afirma.

Nossa Senhora de Luto e Maria Madalena LGBT

Jesus Cristo é ridicularizado em Samba Enredo da Mangueira

Essa é uma das estrofes do samba-enredo da Mangueira.

Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher
Moleque pelintra no Buraco Quente
Meu nome é Jesus da Gente

Nesses últimos anos, não há Carnaval em que a Face Sagrada de Cristo não seja ultrajada, agredida, sempre em nome da “liberdade de expressão”.

No ano passado, uma escola de samba de São Paulo fez um desfile em que Nosso Senhor era derrotado pelo demônio.

Agora, a Mangueira, uma das maiores escolas de samba do Brasil, decide também atacar o cristianismo. A pretexto de exaltar as pessoas mais humildes, conspurca a figura do Homem-Deus.

Não é por acaso que um defensor desse samba afirmou que ele é o “mais potente, o mais subversivo … cartão de Natal das populações vulnerabilizadas” e ” voz dos povos subalternizados (indígenas, negros, mulheres, gays, trans, etc…)“.

Assista antes de continuar a leitura:

Clique aqui para assinar o abaixo-assinado contra a blasfêmia e ridicularização à Jesus no Carnaval da Mangueira

Teologia da Libertação – A grande Heresia do Século XX

“A teologia da libertação não entra em nenhum esquema de heresia até hoje existente […] ela é a negação radical do Cristianismo”.

Papa Bento XVI

O Papa Bento XVI em um artigo contra a Teologia da Libertação, deixou claro que toda heresia traz dentro de si um “núcleo de verdade”, envolvida por uma camada espessa de mentira; e quanto mais forte é este “núcleo de verdade”, tanto mais difícil será vencê-la.

No caso da Teologia da Libertação, este núcleo de verdade é a importância de defender o pobre e o oprimido, mas a espessa camada de mentirá é a proposta de realizar essa obra por meio da filosofia marxista, ateia, movida pela luta de classes e do ódio entre os irmãos de classes diferentes. É o desprezo da vida espiritual em face da luta social. Os meios não justificam os fins e a moral católica não admite que se faça o bem por meios maus. (J. Ratzinguer, V. Messori, 1985)

A Teologia da Libertação foi planejada pela URSS para destruir a Igreja Católica de dentro para fora. Este plano nasceu das ideias de Gramsci que concluiu que o melhor meio de destruir uma instituição é se infiltrando e modificando os princípios com o passar do tempo.

Fonte: Cleofas