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Brasil ou China? O jornalista católico Bernardo Küster tem redes sociais censuradas pelo STF

 

Bernardo Küster e outros alvos de investigações por suposta disseminação de fake news tiveram as contas de redes sociais excluídas nesta sexta-feira (24) após a determinação do ministro.

O jornalista católico Bernardo Küster, um dos alvos do inquérito das fake news instaurado pelo STF, disse, em seu canal no Youtube, nesta sexta-feira (24), que “nesse Brasil é proibido ser conservador raiz, é proibido ser cristão”.

A declaração de Küster foi dada logo após a retirada das contas do Facebook e Twitter dele do ar. Além de Bernardo, outros alvos de investigações do inquérito das fake news tiveram as contas de redes sociais excluídas por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

(Assista, no final da matéria, um vídeo onde Bernardo comenta o ocorrido e outro vídeo da entrevista ao programa Pingos nos Is)

Entre os perfis censurados, que foram retirados do ar, em redes como o Twitter e o Facebook, estão os de: Roberto Jefferson, Luciano Hang, Allan dos Santos, Sara Winter, e outros.

Em maio, o grupo foi alvo de busca e apreensão, também autorizadas pelo ministro Moraes, no desdobramento do inquérito,que apura ataques a ministros da Corte.

À época, Moraes já tinha determinado o bloqueio de contas em redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, de 16 investigados. Segundo Bernardo, desta vez, as contas do Facebook e Twiter dele foram retiradas do ar.

A Ditadura do STF e a Perseguição aos Conservadores

Antes de continuar a leitura, assista esta análise sobre a Ditadura do STF e a Perseguição aos Conservadores:

Pedido da PGR

Em manifestação enviada ao Supremo no dia 23 de junho, o procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a concessão de um habeas corpus para que fosse derrubada a ordem de bloqueio de um dos investigados. Segundo Aras, a medida seria desproporcional e sem utilidade.

O procurador afirmou que em maio já havia se manifestado contra a exclusão das contas dos 16 investigados no STF por ferir a liberdade de expressão.

“Na ocasião, foi apontada a desproporcionalidade das medidas de bloqueio das contas em redes sociais vinculadas aos investigados, por serem as manifestações apontadas expressões de crítica legítima – conquanto dura –, amparadas pela liberdade de expressão”.

O caso está sob a relatoria do ministro Edson Fachin. O ministro pediu informações para Moraes.

Com informações de G1

Assista a declaração feita pelo Bernardo em seu canal do youtube:

Assista a entrevista do Bernardo ao programa Pingos nos Is: